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Priscila Cunha, Senior UX/UI Designer

Colocar “as pessoas em primeiro lugar, nunca descartando o design inclusivo”

priscila

Priscila Cunha, Senior UX/UI Designer na Bosch em Aveiro, é licenciada em Novas Tecnologias da Comunicação focado nos media digitais e na vertente de programação, e concluiu o seu percurso académico com o mestrado de design pela Universidade de Aveiro. Apaixonada por novas tecnologias, ambiciona o conhecimento de novas culturas e costumes.

Fala-nos um pouco sobre o teu percurso profissional e quais são as tuas responsabilidades

Quando terminei o mestrado, comecei à procura de trabalho e surgiu uma vaga de estágio para UX/UI Designer, na Bosch. Candidatei-me, pensando que seria bom demais ser a escolhida, o que acabou por acontecer. Iniciei o estágio em 2018 numa equipa que desenvolvia um portal web para instaladores e, 4 meses depois, surgiu uma vaga para uma equipa que ia começar a desenvolver um projeto mobile. Achei que seria um desafio muito interessante e candidatei-me, e é onde estou até hoje. Mais de 3 anos depois, sou Senior UX/UI Designer, responsável pelo design da aplicação "HomeCom Easy" para a marca Bosch, Buderus, Vulcano e IVT. Ou seja, garanto que o design das aplicações nas quais estou envolvida seguem o corporate design da empresa, garantindo que se mantém a coerência nos componentes e em toda a interação.

Estou também responsável por uma equipa de UX/UI designers que foi criada recentemente. Até então, os designers faziam parte da equipa de desenvolvimento, no entanto, juntarmos os designers numa só equipa assegura uniformidade em todo processo de design, dado que trabalhamos com diversos produtos dentro da mesma aplicação. Como responsável por esta equipa, o meu trabalho passa pela ligação direta com os stakeholders, analisando a entrada de novas funcionalidades e assegurando que os requisitos são especificados de forma a que se encontrem prontos a ser desenvolvidos.

“A Bosch tem-me dado a oportunidade de crescer e sinto que cada vez mais me está a ajudar a moldar o meu percurso profissional numa direção muito entusiasmante”, afirma Priscila
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Que conselho dás a quem está a começar agora uma carreira na área de Ux Design?

Um UX Designer deve estudar e analisar os mais variados comportamentos dos utilizadores, de forma a projetarem o caminho do mesmo enquanto este interage com uma interface. Portanto, temos como foco principal antecipar as necessidades do utilizador de forma a permitir que a interface seja fácil de usar, de compreender e, para que, o utilizador obtenha exatamente o que precisa. Portanto o meu maior conselho para alguém que inicia a carreira nesta área de User Experience é que saibam sempre priorizar a perspetiva do utilizador, colocando, dessa forma, as pessoas em primeiro lugar e nunca descartando o design inclusivo (Design for all), pois o nosso trabalho é destinado a todos, sem exceções.

O que é para ti trabalhar #LikeABosch?

A Bosch tem-me dado a oportunidade de crescer e sinto que cada vez mais me está a ajudar a moldar o meu percurso profissional numa direção muito entusiasmante, confesso. O facto de ter começado com um estágio e estar agora numa posição de sénior, reflete que a empresa aposta nos colaboradores e incentiva o desenvolvimento profissional. Para mim, Work #LikeABosch é trabalhar numa empresa diversificada que permite a colaboração com equipas internacionais e formas de trabalhar bastante flexíveis. É muito gratificante trabalhar numa empresa que apela à união e companheirismo!

Priscila Cunha

Priscila Cunha

UX/UI Designer na Bosch em Aveiro

Nasci em Penafiel, que pertence ao distrito do Porto, mas estou a viver em Aveiro desde 2012 porque vim estudar para a Universidade. (Já me devem considerar aveirense, ou será que ainda não?).

Tenho um gosto muito especial por danças de salão, dediquei mais de 6 anos da minha vida a esse hobbie. O rigor da dança, a sua elegância, fazem-me sentir muitas saudades. Agora tento desafiar-me com outro tipo de atividade, estou a aprender a andar de Longboard. Gostava de experimentar viver noutro país, integrar-me em novas culturas e costumes, quem sabe. Desde que não sejam muitas horas de distância porque também sou bastante apegada à família.