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Grupo Bosch alcança os 78 mil milhões de euros em vendas em 2017

 
 
 

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01/02/2018 | Portugal | Notícias Corporativas

A Europa representa mais de 50% do volume de vendas da fornecedora alemã de tecnologia e serviços

 O resultado das operações disparou para os 5.3 mil milhões de euros

 Setor ligado às soluções de mobilidade cresceu mais rápido do que a produção automóvel.

 Uma série de novas soluções para a agricultura e cidades inteligentes foi desenvolvida com objetivo de ajudar a alimentar oito mil milhões de pessoas em 2050

 Nova unidade operacional dedicada à Indústria 4.0 iniciada em 2018 emprega 500 colaboradores

Lisboa, 31 de janeiro de 2018 – Em 2017, o Grupo Bosch alcançou um aumento de 6.7 por cento em vendas. De acordo com os resultados preliminares, o fornecedor de tecnologia e serviços gerou vendas na ordem dos 78 mil milhões de euros no último ano, o que representa um crescimento de 8,3 por cento ajustado às taxas de câmbio. O resultado das vendas foi afetado negativamente pelas taxas de câmbio no valor de 1.2 mil milhões de euros.

“Ultrapassámos as nossas previsões e aumentámos a rentabilidade. Em 2017 o valor de vendas foi o mais alto de sempre”, afirma Volkmar Denner, presidente do conselho de administração da Robert Bosch GmbH, aquando da conferência de imprensa de apresentação dos resultados preliminares, em Ludwigsburg, Alemanha, realizada ontem, dia 30 de janeiro.

Como resultado da força de inovação e do foco estratégico na conectividade, a empresa mantém uma trajetória de crescimento. Tal como explicou o responsável máximo do Grupo: “Reconhecemos o potencial da conectividade precocemente e estamos a convertê-lo num negócio de sucesso”. Os lucros das operações antes de juros e taxas (EBIT) aumentaram 18 por cento, o equivalente a 5.3 mil milhões de euros em 2017. Isto equivale a uma margem EBIT de operações de 6.8 por cento, como explicou Dr. Stefan Asenkerschbaumer, CFO e vice-presidente do conselho de administração: “O sucesso da Bosch verificado no seu core business financia os seus esforços para se tornar líder no fornecimento de tecnologia IoT e de soluções de mobilidade”. Olhando para 2018, a empresa vislumbra inúmeras oportunidades no sentido de trazer a conetividade para mais áreas como as fábricas, edifícios e cidades, assim como para a transformação da mobilidade. Denner sublinha também a importância de transformar digitalmente a cultura corporativa.

A nova unidade operacional para a Indústria 4.0

O presidente do conselho de administração afirma que a conectividade e a digitalização se tornaram parte do dia-a-dia dos negócios na Bosch, onde estão fortemente sustentadas. “A transformação proporciona-nos uma oportunidade única de mostrar que na Bosch a excelência não está apenas no papel, mas em exemplos práticos quer no sentido tecnológico, quer no comercial.” A Bosch identifica um enorme potencial de vendas na indústria conectada, ou indústria 4.0. Uma nova unidade operacional, Bosch Connected Industry, começou a operar com 500 colaboradores, no inicio de janeiro de 2018. É aí que a Bosch desenvolverá toda a sua atividade e apostará o seu conhecimento na indústria 4.0, direcionado sobretudo para o software e serviços. No futuro, a Bosch também contribuirá com a sua experiência na Indústria 4.0 para a implementação e serviços de consultoria a outras empresas. Entre o presente e 2020 a empresa ambiciona explorar a implementação no sentido de aumentar as suas vendas em mais de mil milhões de euros. Tendo adquirido uma parcela no mapa, a Bosch será capaz de desbloquear outros projetos no que à indústria 4.0 diz respeito.

Conectividade traz desafios importantes

Volkmar Denner enfatiza a importância da conectividade para além da Internet das Coisas: “O nosso planeta só será habitável para milhões de pessoas se encontrarmos soluções inovadoras para problemas urgentes.” A Bosch tem mais de 170 projetos em IoT que procuram solucionar problemas como é o caso do aumento da população, urbanização, poluição do ar e alterações climáticas. “Usamos a Internet das Coisas para conectar o mundo real com o objetivo de melhorar a qualidade de vida,” afirmou. Em 2017, por exemplo, a empresa introduziu novas soluções de agricultura inteligente, ou agricultura conectada, que se espera que ajude a alimentar oito mil milhões de pessoas em 2050. Nesta área, as soluções baseadas em sensores e a inteligência artificial estão a ser introduzidas no cultivo de espargos, morangos, tomates e uvas. A tecnologia Bosch está a ajudar a alcançar maior eficiência e sustentabilidade na cultura de ostras e na pecuária. Estima-se que o crescimento do mercado da agricultura digital atinja mais de 70 por cento em 2020.

Casas inteligentes e cidades inteligentes: espaços para milhões de pessoas

Em resposta ao aumento do número de aplicações dos semicondutores ao IoT e à mobilidade, a Bosch está a construir uma unidade fabril wafer em Dresden e tenciona investir mais de mil milhões de euros na nova unidade até 2021. Entre as áreas onde estes chips se aplicam estão as casas inteligentes. Para cozinhas inteligentes, a Bosch oferece não só funcionalidades domésticas, mas aumenta também o número de serviços digitais. O ecossistema Home Connect incorpora uma aplicação disponível em 12 idiomas desenvolvida pela startup Kitchen Stories. A aplicação, que já conta com mais de 15 milhões de downloads, inclui mais de 1000 receitas e usa vídeo e foto para mostrar como se confecionam. No início do ano, no CES, em Las Vegas, a Bosch apresentou o seu portefólio de soluções para cidades totalmente conectadas. Entre as soluções está a “Climo”, um laboratório móvel, que fornece informações da qualidade do ar das cidades em tempo real. Em 2025, 80 dos centros metropolitanos serão cidades inteligentes, e neste momento, a Bosch já está a seguir 14 projetos de referência neste domínio. O mercado das cidades inteligentes representará 700 mil milhões de euros em 2020.

Mobilidade urbana: livre de emissões, sem stress e sem acidentes

A urbanização está de mãos dadas com uma multiplicidade de problemas. Até 2050, o tráfego urbano irá triplicar. “Queremos alcançar a mobilidade urbana sem emissões, sem stress e livre de acidentes. Para o atingirmos, vamos automatizar, eletrificar e conectar o tráfego rodoviário”, afirmou Denner. A partir deste verão, a plataforma de partilha Coup trará as suas e-scooters para as ruas de Madrid. A automação também ajudará a aliviar o peso do tráfego urbano - no início da próxima década, a Bosch e a Daimler transformarão veículos totalmente automáticos e sem motoristas numa realidade, nas ruas da cidade. Os primeiros veículos de teste estarão na estrada já em 2018. A Bosch e a Daimler também se aproximaram de uma condução automática em 2017: no parque de estacionamento do Museu Mercedes-Benz, as empresas lançaram a primeira solução do mundo para um serviço de estacionamento totalmente automatizado.

Transmissões do futuro: parcerias impulsionam células de combustível

Tendo em conta a eletrificação, a Bosch registou avanços importantes em 2017. Começou a produção de uma nova bateria de 48 wolts, mais fácil de integrar nos novos veículos híbridos. Com este avanço, produtoras de referência e start ups podem agora dispensar processos longos e dispendiosos de desenvolvimento. Em 2019, o novo eixo de direção elétrico da Bosch, ou e-eixo, aumentará a autonomia dos carros elétricos. “A Bosch está na vanguarda da eletromobilidade. Foram feitas inúmeras encomendas em 2017, que equivalem a milhões de euros”, indicouVokmar Denner. A Bosch está a trabalhar com a Nikola Motors, uma startup Americana, no desenvolvimento de um e-eixo alimentado por hidrogénio para camiões. “Em 2030, as células de combustível representarão um papel nas transmissões mistas. Estamos a potenciar as nossas atividades de desenvolvimento e gradualmente a aumentar o nosso portefólio”, afirma Volkmar Denner. Na China, o maior mercado para a eletromobilidade, a Bosch está a colaborar com a produtora de motores de camiões, Weichal, num projeto piloto financiado pelo estado, para o desenvolvimento de células de combustível para camiões. Como explicou Volkmar Denner, “Desde bicicletas até camiões, no negócio da eletromobilidade, nenhum fornecedor é tão diversificado como a Bosch”.

Uma visão tecnológica viável: o motor de combustão livre de carbono

Volkmar Denner demonstrou a importância e o potencial do motor a combustão. “É improvável que nós consigamos atingir os objetivos de emissões de CO2 na Europa sem o diesel”. Referindo a discussão sobre a proibição de veículos a diesel, Denner relembrou que a tecnologia para uma maior eficiência e poupança do diesel já existe. E não só: “os nossos testes em veículos já cumprem os limites de 2020. Já estamos a desenvolver e a testar sistemas muito a baixo desses limites”, Os engenheiros da Bosch delinearam um objetivo ambicioso: desenhar um motor de combustão que expira apenas aquilo que inspira.” À exceção do CO2, as suas emissões serão indiferenciadas do ar que respiramos. Quando movido com synfuels, estes motores serão mesmo neutros, no que à emissão de carbono diz respeito.

Cultura de inovação: apostando na conectividade

“Não pode existir uma transformação digital sem mudanças culturais,” afirmou Volkmar Denner. “Estamos a repensar a liderança e a colaboração, que por sua vez estão a fortalecer a nossa cultura de inovação.” Em muitas áreas, a Bosch está a desconstruir as hierarquias e a eliminar barreiras entre departamentos e funções. A empresa já eliminou dois terços da burocracia típica das grandes empresas e eliminou os bónus individuais. Volkmar Denner acredita que a cultura de inovação na Bosch oferece uma vantagem competitiva clara: “Temos a sorte de ter uma força trabalhadora habituada a lutar continuamente para ser sempre melhor.”

Avanços nos negócios em 2017 por setor

Todos os setores tiveram um papel positivo no desenvolvimento dos negócios da empresa em 2017. De acordo com os resultados preliminares, as vendas de Soluções de Mobilidade aumentaram 7.8 por cento – três vezes mais rápido do que a produção automóvel – para 47.4 mil milhões de euros. Ajustado às taxas de câmbio o crescimento foi de 9.7 por cento. Este sucesso foi alcançado em primeiro lugar pela grande procura dos sistemas de injeção diesel, sobretudo no setor dos veículos comerciais, dos sistemas de injeção de gasolina, assim como dos sistemas de assistência ao condutor e infotainment. No setor dos Bens de Consumo, a BSH Hausgeräte e a Power Tools aumentaram as suas vendas em 4.5 por cento no total de 18.5 mil milhões de euros. Ajustado às taxas de câmbio, as vendas aumentaram 6.7 por cento. A BSH Hausgeräte também verificou um desempenho positivo em 2017, no ano em que se comemorou o seu 50º aniversário. O setor da Tecnologia Industrial registou um crescimento de 7.7 por cento com as vendas a ascenderem aos 6.7 mil milhões de euros – o equivalente a um crescimento de 8.5 por cento depois do ajuste das taxas de câmbio. Crescimento que se deve sobretudo à Divisão de Condução e Tecnologia de Controlo. O setor de Tecnologia Energética e de Edifícios registou vendas de 5.4 mil milhões de euros, que representam um aumento de 3.1 por cento, ou 4.8 por cento depois do ajuste das taxas de câmbio. A Termotecnologia e Sistemas de Segurança conquistou consumidores através de soluções conectadas para aquecimento e ar condicionado, além de tecnologia inteligente para automação e segurança de edifícios.

Desenvolvimento de negócios em 2017 por região

Na Europa, o negócio da Bosch registou um crescimento, com um aumento das vendas de 5,5 por cento (6,3 por cento após o ajuste das taxas de câmbio) para 40,7 mil milhões de euros. Uma das razões que explicam os resultados deve-se ao crescimento contínuo na Europa Ocidental e Central. Devido a fatores macroeconómicos na América do Norte, o crescimento na área das tecnologias e serviços, depois de ajustado às taxas de câmbio, equipara-se ao do ano anterior. As vendas totalizaram 12.1 mil milhões de euros, um declínio nominal de 2.3 por cento A recuperação na América do Sul continuou com crescimento de 15por cento para 1.6 mil milhões de euros. Ajustado pelos efeitos da taxa de câmbio, representa um aumento de 12 por cento. A Bosch registou um forte crescimento na Ásia-Pacífico e África, com vendas elevadas para 23.6 mil milhões de euros. Este é um aumento ano-a-ano de 14 por cento ou 17 por cento após o ajuste das taxas de câmbio.

Aumento de Headcount: mais de 400.000 colaboradores

Em 2017, os recursos humanos do Grupo Bosch cresceram cerca de 11.200 colaboradores em todo o mundo. A 31 de dezembro de 2017, o Grupo Bosch empregava 400.500 pessoas. O Grupo contratou vários milhares de especialistas em software e TI em todo o mundo e expandiu os seus recursos humanos principalmente na Ásia-Pacífico e na Europa Central e Oriental. Na Alemanha, o número de funcionários cresceu 3.800 associados.

Perspetiva para 2018: melhores vendas e resultados apesar de um ambiente económico desfavorável

A Bosch espera um crescimento económico global moderado de cerca de 2.5 por cento em 2018. No geral, o fornecedor de tecnologia e serviços vê uma série de riscos económicos devido aos recentes acontecimentos geopolíticos, como as negociações Brexit, a política externa imprevisível dos EUA e as tensões com a Coreia do Norte. A Bosch assume que o impulso económico diminuirá, particularmente na China. Apesar deste difícil ambiente, a Bosch planeia aumentar ainda mais as vendas e continuar com a transformação enquanto empresa líder de IoT e fornecedora de soluções de mobilidade.

Vista geral dos números-chave nas infografias em anexo.

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O Grupo Bosch é líder no fornecimento de tecnologia e serviços. Emprega mais de 400.500 colaboradores por todo o Mundo (números de 31 de dezembro de 2016). De acordo com os resultados preliminares, a empresa gerou 78 mil milhões de euros em vendas em 2017. As suas operações dividem-se em quarto setores: Soluções de Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo, e Tecnologia de Energia e Edifícios. Líder em IoT, a Bosch oferece soluções inovadoras para casas e cidades inteligentes, mobilidade e indústria conectada. A empresa utiliza o seu conhecimento em tecnologia de sensores, software e serviços, bem como a sua própria cloud IoT para oferecer aos seus clientes soluções conectadas e em diversos domínios a partir de uma única fonte. O objetivo estratégico da Bosch é fornecer inovações para uma vida conectada. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para cativar e melhorar a qualidade de vida das pessoas através de soluções inovadoras e úteis. Desta forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e cerca de 450 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição da Bosch está presente em quase todos os países. A sua força inovadora é a base para a continuidade do crescimento da empresa. Em cerca de 120 localizações em todo o mundo, a Bosch empresa 59.000 colaboradores em investigação e desenvolvimento.

A empresa foi fundada em Estugarda em 1886 por Robert Bosch (1861-1942) como “ Oficina de Mecânica de Precisão e Engenharia elétrica”. A estrutura de gestão Robert Bosch GmbH garante Liberdade empreendedora do Grupo Bosch, tornando possível pensar a longo prazo e fazer investimentos no sentido de salvaguarda o seu future. Noventa e dois por cento do capital da Robert Bosch GmbH é detido pela Robert Bosch Stiftung GmbH, uma fundação de caridade. A maioria dos direitos de voto é detida pela Robert Bosch Industrietreuhand KG, uma sucursal industrial . As funções de propriedade empresarial são realizadas pela confiança. As restantes ações são detidas pela família Bosch e pela Robert Bosch GmbH.

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A Bosch é representada em Portugal pela Bosch Termotecnologia, em Aveiro, a Bosch Car Multimedia Portugal, em Braga, e a Bosch Security Systems – Sistemas de Segurança, em Ovar. Nestas localizações, a empresa desenvolve e fabrica soluções de água quente, multimédia automóvel e sistemas de segurança e comunicação, 95% dos quais exportadas para os mercados internacionais. A sede do Grupo no país está em Lisboa, onde são realizadas atividades de vendas, marketing, contabilidade e comunicação, bem serviços partilhados de recursos humanos e comunicação para o Grupo Bosch. Além disso, a empresa possui ainda um uma subsidiária da BSH Eletrodomésticos, em Lisboa. Com mais de 4.000 colaboradores, a Bosch é um dos maiores empregadores industriais de Portugal e gerou, em 2016, 1,1 mil milhões de euros em vendas internas.

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Grupo Bosch

O Grupo Bosch é líder mundial no fornecimento de tecnologia e serviços. A empresa emprega mais de 390.000 colaboradores em todo o mundo (a 31.12.2016), que contribuíram para gerar uma faturação de 73,1 mil milhões de euros em 2016. As operações do Grupo estão divididas em quatro áreas de negócio: Soluções de Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo, e Tecnologia de Energia e Edifícios. Líder em IoT, a Bosch oferece soluções inovadoras para casas e cidades Inteligentes, mobilidade e indústria conectada. A empresa utiliza o seu conhecimento em tecnologia de sensores, software e serviços, bem como a sua própria cloud IoT para oferecer aos seus clientes soluções conectadas e em diversos domínios a partir de uma única fonte. O objetivo estratégico da Bosch é fornecer inovações para uma vida conectada. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para cativar e melhorar a qualidade de vida das pessoas através de soluções inovadoras e úteis. Desta forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e cerca de 450 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição da Bosch está presente em quase todos os países. A sua força inovadora é a base para a continuidade do crescimento da empresa. Em cerca de 120 localizações em todo o mundo, a Bosch empresa 59.000 colaboradores em investigação e desenvolvimento.

A empresa foi fundada em Estugarda no ano de 1886 por Robert Bosch (1861-1942) como uma “oficina de mecânica de precisão e eletricidade”. A estrutura acionista da Robert Bosch GmbH garante a autonomia empresarial do Grupo Bosch, tornando possível o planeamento a longo prazo e a realização de investimentos significativos para salvaguarda do seu futuro. 92 por cento das ações da Robert Bosch GmbH são detidas pela Fundação Robert Bosch, uma fundação beneficente. A maioria dos direitos de voto é detida pela Robert Bosch Industrieltreuhand KG, uma trust industrial a quem está cometida a gestão dos ativos empresariais. As restantes ações são detidas pela família Bosch e pela Robert Bosch GmbH.

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