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18/07/2017 | Portugal | Notícias Corporativas

Bosch recolhe opiniões dos condutores sobre a condução autónoma

  • Quase dois terços dos condutores usariam preferencialmente os carros autónomos para longas distâncias.
  • Tecnologia de condução autónoma é um incentivo para comprar um novo carro.
  • Condutores prefeririam estar mais relaxados ao volante e passar o seu tempo a falar com os passageiros.

“Não fique tão perto do carro da frente.” “Não conduza tão rápido.” Ou: “Podia ter facilmente atravessado no verde.” Os condutores ouvem estas frases com frequência dos seus passageiros. Mas em breve isto poderá ser uma coisa do passado. A condução autónoma faz com que os condutores se tornem passageiros e transforma os carros em condutores. No futuro, através de um simples toque num botão, os carros vão conduzir-se de forma independente. Ao fazê-lo, os veículos vão obedecer às leis do trânsito e aos limites de velocidade, o que vai tornar a condução mais segura. Muitos dos inquiridos querem um carro autónomo para deixarem de ter o stress resultante da condução. Segundo um inquérito recente da Bosch, realizado em seis países (Brasil, China, Alemanha, França, Japão e EUA), os condutores querem entregar o controlo do carro durante o estacionamento ou no trânsito congestionado. A maior parte dos condutores inquiridos usariam o tempo ganho enquanto o carro se conduz sozinho a ver a paisagem (63%) e falar com os passageiros (61%).

Mais conforto e menos stress ao volante

Num curto prazo de tempo os carros autónomos vão ser um cenário normal nas estradas. A expetativa dos inquiridos é que a condução autónoma signifique mais conforto e menos stress ao volante. O carro do futuro, que vai aliviar completamente os condutores da necessidade de rodar o volante, operar os pedais do acelerador e da travagem, é visto primeiramente como algo útil para longas distâncias (67%) e viagens de lazer (61%). A maior parte dos inquiridos espera um aumento significativo em termos de conveniência (68%) e segurança (60%) em muitas situações do dia-a-dia, tais como a procura de estacionamento nas cidades. O inquérito também revela um ranking interessante das funções de condução autónoma mais desejáveis: o estacionamento foi mencionado com frequência (65%), assim como a procura autónoma de estacionamento nas áreas centrais da cidade (60%) e a navegação livre de stress nos engarrafamentos (59%).

Usar o tempo para relaxar como passageiro

Relaxar, sentar-se confortavelmente, olhar pela janela e apreciar a envolvente: este é o cenário que a maior parte dos condutores imagina como alternativa a estar constantemente concentrado atrás do volante. Dos inquiridos, 63% afirmaram que gostariam de relaxar com os carros em modo de condução autónoma. Ter mais tempo para conversar e para os passageiros através da condução autónoma foi algo igualmente importante para os inquiridos. As opções oferecidas pela condução autónoma tornam os carros mais atrativos para muitos consumidores. Mais de metade dos participantes (54%) no inquérito da Bosch concordaram com esta afirmação. Especialmente para os inquiridos do sexo masculino, as novas tecnologias são um aspeto importante para a venda, com 52% dos homens a afirmar que a tecnologia de condução autónoma iria aumentar o seu interesse em comprar um novo veículo. Em princípio, quanto mais jovem for o condutor, maior será o seu interesse em comprar o carro com funções de condução autónoma.

Metodologia e design do inquérito

Para a realização do inquérito sobre a condução autónoma, a Bosch questionou cerca de 6.000 condutores em seis países: Brasil, China, Alemanha, França, Japão e EUA. Por país, 1.000 pessoas acima dos 16 anos fizeram parte do inquérito. Os participantes foram selecionados num critério base definido pela Bosch e pela Reseach Lightspeed.

A Bosch é representada em Portugal pela Bosch Termotecnologia, em Aveiro, a Bosch Car Multimedia Portugal, em Braga, e a Bosch Security Systems – Sistemas de Segurança, em Ovar. Nestas localizações, a empresa desenvolve e fabrica soluções de água quente, multimédia automóvel e sistemas de segurança e comunicação, 95% dos quais exportadas para os mercados internacionais. A sede do Grupo no país está em Lisboa, onde são realizadas atividades de vendas, marketing, contabilidade e comunicação, bem serviços partilhados de recursos humanos e comunicação para o Grupo Bosch. Além disso, a empresa possui ainda um uma subsidiária da BSH Eletrodomésticos, em Lisboa. Com mais de 4.000 colaboradores, a Bosch é um dos maiores empregadores industriais de Portugal e gerou, em 2016, 1,1 mil milhões de euros em vendas internas.

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Grupo Bosch

O Grupo Bosch é líder mundial no fornecimento de tecnologia e serviços. A empresa emprega mais de 390.000 colaboradores em todo o mundo (a 31.12.2016), que contribuíram para gerar uma faturação de 73,1 mil milhões de euros em 2016. As operações do Grupo estão divididas em quatro áreas de negócio: Soluções de Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo, e Tecnologia de Energia e Edifícios. Líder em IoT, a Bosch oferece soluções inovadoras para casas e cidades Inteligentes, mobilidade e indústria conectada. A empresa utiliza o seu conhecimento em tecnologia de sensores, software e serviços, bem como a sua própria cloud IoT para oferecer aos seus clientes soluções conectadas e em diversos domínios a partir de uma única fonte. O objetivo estratégico da Bosch é fornecer inovações para uma vida conectada. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para cativar e melhorar a qualidade de vida das pessoas através de soluções inovadoras e úteis. Desta forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e cerca de 450 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição da Bosch está presente em quase todos os países. A sua força inovadora é a base para a continuidade do crescimento da empresa. Em cerca de 120 localizações em todo o mundo, a Bosch empresa 59.000 colaboradores em investigação e desenvolvimento.

A empresa foi fundada em Estugarda no ano de 1886 por Robert Bosch (1861-1942) como uma “oficina de mecânica de precisão e eletricidade”. A estrutura acionista da Robert Bosch GmbH garante a autonomia empresarial do Grupo Bosch, tornando possível o planeamento a longo prazo e a realização de investimentos significativos para salvaguarda do seu futuro. 92 por cento das ações da Robert Bosch GmbH são detidas pela Fundação Robert Bosch, uma fundação beneficente. A maioria dos direitos de voto é detida pela Robert Bosch Industrieltreuhand KG, uma trust industrial a quem está cometida a gestão dos ativos empresariais. As restantes ações são detidas pela família Bosch e pela Robert Bosch GmbH.

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