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06/07/2017 | Portugal | Notícias Corporativas

Limites impostos à condução na Europa, lotaria de licenças na Ásia, veículos de três rodas na Índia

  • Até 2050, pelo menos 70% da população global vai estar a viver em cidades.
  • A população rural vai diminuir para 2,8 mil milhões de pessoas até 2050.
  • Até 2030, o mundo terá 41 megacidades.

Europa: Os carros devem manter-se fora dos limites das cidades

O custo dos congestionamentos de trânsito: Em 2025, os congestionamentos de trânsito nas maiores cidades europeias vão resultar em custos anuais de cerca de 208 mil milhões de euros. Este valor pode mesmo aumentar, uma vez que, até ao ano de 2050, mais de 82% dos europeus vão estar a viver em cidades.

Andar de bicicleta primeiro: os residentes em Amsterdão viajam dois milhões de quilómetros todos os dias, o que corresponde a 60% das viagens no centro da cidade. Também em Copenhaga, as bicicletas são um meio de transporte em massa: nesta cidade, 45% da população vai de bicicleta para o trabalho ou para a universidade todos os dias.

Restrições de entrada: Selos de emissão na Alemanha, custos de congestionamento em Londres e Milão, limites impostos à condução para veículos antigos em Paris – dezenas de metrópoles europeias estão a limitar o trânsito de veículos em zonas centrais.

América do Norte: O custo do congestionamento do trânsito está acima dos 120 mil milhões de dólares.

Mais carros que condutores: Em 2003, pela primeira vez, o número de veículos registados nos EUA ultrapassaram o número de condutores com carta de condução.

O custo do congestionamento do trânsito: Nos EUA, os condutores nas dez cidades com mais trânsito gastam cerca de 42 horas por ano em congestionamentos, perdendo 121 mil milhões de dólares em tempo e combustível.

Partilha de carro: De modo a reduzir a quantidade de trânsito, os EUA criaram as primeiras faixas destinadas apenas a veículos com mais de uma pessoa em 1961. Atualmente, a rede cobre cerca de 5.000 quilómetros. Também as chamadas faixas “High-occupancy vehicle (HOV)”, podem apenas ser usadas por carros que transportem duas, três, ou mais pessoas no carro.

Japão: Primeiro o espaço de estacionamento, de seguida o carro

A passo de caracol: Os carros em Tóquio viajam a uma velocidade média de 15 quilómetros por hora. Apesar das redes de estradas da cidade cobrirem mais de 22 mil quilómetros e as bicicletas constituírem 14% do seu trânsito, Tóquio tem apenas 11,6 quilómetros de percursos ou faixas destinadas a bicicletas.

Problemas de estacionamento: o Japão tem 61 milhões de veículos e muito poucos espaços de estacionamento. Cidades como Tóquio permitem às pessoas comprarem carros apenas se puderem comprovar que têm um espaço para os estacionar.

Mini Carros: de modo a ter o trânsito sob controlo, os carros Kei vieram trazer uma nova classe de veículos. Estes carros têm menos de 3,4 metros e têm um motor com menos de 0,66 litros de tonelagem.

China: A lotaria das licenças de matrícula

Congestionamento do trânsito: No final de 2015 havia um total de 279 milhões de veículos nas estradas da China, dos quais 172 milhões eram carros.

Carris: O governo chinês fornece grandes subsídios para se viajar de comboio. Em Pequim, transportam 10 milhões de passageiros por dia, ou 44% de todos os viajantes.

Lotaria: Todos os meses, Xangai concede apenas 9.000 novas licenças de veículos. Dependendo do distrito, as licenças de matrículas podem custar até 8.000 yuan, ou mais de 10.000 euros. Muitas vezes, chegam até a ser leiloadas ao maior licitante.

Índia: Na direção de uma mobilidade moderna em duas ou três rodas

Crescimento: Mais de 40 cidades na Índia apresentam atualmente mais de um milhão de residentes. Com um crescimento anual de 15 milhões de pessoas, a Índia tem a taxa de crescimento mais rápida do mundo.

Carros de duas rodas: Existem cerca de 125 milhões de carros de duas rodas nas estradas da Índia, representando 70% dos veículos de todo o país.

Pioneiros: A cidade de Ahmedabad tem tido imenso sucesso no retrocesso do trânsito motorizado ao melhorar e investir nas suas infraestruturas de transportes. Atualmente, 58% das viagens são feitas com meios de transporte públicos ou não-motorizados.

América Latina: Teleféricos, não auto-estradas

Teleférico (1): Nas cidades caóticas da América do Sul, o boom dos teleféricos urbanos não mostram sinais de enfraquecimento. Os teleféricos (aéreos) não só ocupam menos espaço, como também custam dez vezes menos do que um metro ou uma auto-estrada.

Teleférico (2): O México inaugurou o seu primeiro teleférico urbano em 2016. As gandolas aéreas substituíram várias centenas de mini-autocarros. Antes desta iniciativa do México, a Colômbia, a Bolívia, o Brasil e a Venezuela já tinham implementado um conceito de “rua no ar”.

Teleférico (3): Dez quilómetros – é esse o comprimento do teleférico urbano mais longo do mundo que vai desde La Paz, capital da Bolívia, até à cidade vizinha de El Alto. Isto reduz até uma hora do tempo de viagem dos passageiros e é uma medida contra a poluição. Existem planos para expandir a rede de teleféricos para 30 quilómetros até 2019.

A Bosch é representada em Portugal pela Bosch Termotecnologia, em Aveiro, a Bosch Car Multimedia Portugal, em Braga, e a Bosch Security Systems – Sistemas de Segurança, em Ovar. Nestas localizações, a empresa desenvolve e fabrica soluções de água quente, multimédia automóvel e sistemas de segurança e comunicação, 95% dos quais exportadas para os mercados internacionais. A sede do Grupo no país está em Lisboa, onde são realizadas atividades de vendas, marketing, contabilidade e comunicação, bem serviços partilhados de recursos humanos e comunicação para o Grupo Bosch. Além disso, a empresa possui ainda um uma subsidiária da BSH Eletrodomésticos, em Lisboa. Com mais de 4.000 colaboradores, a Bosch é um dos maiores empregadores industriais de Portugal e gerou, em 2016, 1,1 mil milhões de euros em vendas internas.

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Grupo Bosch

O Grupo Bosch é líder mundial no fornecimento de tecnologia e serviços. A empresa emprega mais de 390.000 colaboradores em todo o mundo (a 31.12.2016), que contribuíram para gerar uma faturação de 73,1 mil milhões de euros em 2016. As operações do Grupo estão divididas em quatro áreas de negócio: Soluções de Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo, e Tecnologia de Energia e Edifícios. Líder em IoT, a Bosch oferece soluções inovadoras para casas e cidades Inteligentes, mobilidade e indústria conectada. A empresa utiliza o seu conhecimento em tecnologia de sensores, software e serviços, bem como a sua própria cloud IoT para oferecer aos seus clientes soluções conectadas e em diversos domínios a partir de uma única fonte. O objetivo estratégico da Bosch é fornecer inovações para uma vida conectada. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para cativar e melhorar a qualidade de vida das pessoas através de soluções inovadoras e úteis. Desta forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e cerca de 450 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição da Bosch está presente em quase todos os países. A sua força inovadora é a base para a continuidade do crescimento da empresa. Em cerca de 120 localizações em todo o mundo, a Bosch empresa 59.000 colaboradores em investigação e desenvolvimento.

A empresa foi fundada em Estugarda no ano de 1886 por Robert Bosch (1861-1942) como uma “oficina de mecânica de precisão e eletricidade”. A estrutura acionista da Robert Bosch GmbH garante a autonomia empresarial do Grupo Bosch, tornando possível o planeamento a longo prazo e a realização de investimentos significativos para salvaguarda do seu futuro. 92 por cento das ações da Robert Bosch GmbH são detidas pela Fundação Robert Bosch, uma fundação beneficente. A maioria dos direitos de voto é detida pela Robert Bosch Industrieltreuhand KG, uma trust industrial a quem está cometida a gestão dos ativos empresariais. As restantes ações são detidas pela família Bosch e pela Robert Bosch GmbH.

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