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O meu carro, o meu herói: Estudo da Bosch analisa o que os veículos conectados serão capazes de fazer no futuro

 
 
 

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17/04/2017 | Portugal | Notícias Corporativas

A Bosch, em parceria com o instituto de investigação Prognos, analisou o papel dos veículos conectados em 2025. As conclusões apontam para aquilo que os veículos conectados conseguirão alcançar, utilizando tecnologias que estarão em voga: condução autónoma, assistentes de travagem de emergência e integração com o smartphone. O estudo, focado na Alemanha, Estados Unidos da América e China, conclui que em 2025 as implicações da conectividade terão efeitos palpáveis em todos os condutores. “Hoje, os computadores, os smartphones e a internet fazem parte do dia-a-dia de todos na nossa sociedade. O mesmo acontecerá com os carros conectados em 2025”, refere o Dr. Dirk Hoheisel, membro do Conselho de Administração da Robert Bosch GmbH.

Analisando brevemente os factos mais interessantes e emocionantes do estudo, temos:

Assistentes de Serviço de Emergência

A partir de 2018 o sistema de chamada de emergência automática – eCall-, vai ser obrigatório na União Europeia. Isto significa que todos os automóveis novos vão ser automóveis conectados de origem. Em 2025, os sistemas conectados de assistência poderão salvar 11.000 vidas, 300 das quais na Alemanha (E.U.A.: 4.000, China: 7.000). Para além disso, poderão evitar um total de mais de 260.000 acidentes que resultem em lesões (Alemanha: 30.000, E.U.A.: 210.000, China: 20.000). Este número é igual ao número de acidentes ocorridos em Berlim durante dois anos.

Ver séries, em vez de ficar aborrecido no trânsito

Para os alemães que conduzem com grande frequência, a condução autónoma pode desocupar 95 horas por ano – o tempo suficiente para uma maratona lúdica das oito temporadas de “Game of Thrones”.

Ir até Vénus e regressar

As tecnologias de estacionamento conectado podem poupar 480 milhões de quilómetros em distância conduzida (a mesma distância de uma viagem de ida e volta da Terra a Vénus).

Por exemplo, no momento da procura por lugares de estacionamento, os carros podem reportar lugares disponíveis e guiar os condutores diretamente aos mesmos. Em média, os condutores alemães conduzem um quilómetro de cada vez que procuram um lugar de estacionamento – causando, assim, congestionamento de tráfego e emissões adicionais.

Custos mais baixos para cada proprietário automóvel

Os sistemas de assistência conectados conseguirão poupar até 4,43 mil milhões de euros em custos de material e danos de colisão. Dos 450 milhões de euros poupados na Alemanha (E.U.A.: 3,6 mil milhões de dólares, China: 380 milhões de dólares), 100 milhões de euros serão apenas para a integração do smartphone. Isto representa poupanças significativas para as companhias de seguros e dos proprietários dos veículos.

Poupanças no Ambiente

O parque nacional na Alemanha, na Floresta Negra, consegue processar 400.000 toneladas métricas de CO2 em três anos – a mesma quantidade que as funções de mobilidade conectada conseguirão poupar em 2025. Como? Os automóveis altamente automatizados necessitam de menos combustível, e as tecnologias para simplificar a procura por lugar diminuem o trânsito e as emissões que daí resultam.

Metodologia do estudo

A Bosch e a Prognos avaliaram um total de doze tecnologias para o transporte privado de passageiros e de que forma podem ser ampliadas, antes de projetar os efeitos resultantes na Alemanha e nos EUA, bem como nas principais cidades da China, até 2025. O modelo baseia-se em estatísticas internacionais sobre o desenvolvimento da frota de automóveis, dados sobre acidentes e investigação atual, bem como sobre as estimativas dos peritos da Bosch e da Prognos.

A Bosch é representada em Portugal pela Bosch Termotecnologia, em Aveiro, a Bosch Car Multimedia Portugal, em Braga, e a Bosch Security Systems – Sistemas de Segurança, em Ovar. Nestas localizações, a empresa desenvolve e fabrica soluções de água quente, multimédia automóvel e sistemas de segurança e comunicação, 95% dos quais exportadas para os mercados internacionais. A sede do Grupo no país está em Lisboa, onde são realizadas atividades de vendas, marketing, contabilidade e comunicação, bem serviços partilhados de recursos humanos e comunicação para o Grupo Bosch. Além disso, a empresa possui ainda um uma subsidiária da BSH Eletrodomésticos, em Lisboa. Com mais de 4.000 colaboradores, a Bosch é um dos maiores empregadores industriais de Portugal e gerou, em 2016, 1,1 mil milhões de euros em vendas internas.

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Grupo Bosch

O Grupo Bosch é líder mundial no fornecimento de tecnologia e serviços. A empresa emprega mais de 390.000 colaboradores em todo o mundo (a 31.12.2016), que contribuíram para gerar uma faturação de 73,1 mil milhões de euros em 2016. As operações do Grupo estão divididas em quatro áreas de negócio: Soluções de Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo, e Tecnologia de Energia e Edifícios. Líder em IoT, a Bosch oferece soluções inovadoras para casas e cidades Inteligentes, mobilidade e indústria conectada. A empresa utiliza o seu conhecimento em tecnologia de sensores, software e serviços, bem como a sua própria cloud IoT para oferecer aos seus clientes soluções conectadas e em diversos domínios a partir de uma única fonte. O objetivo estratégico da Bosch é fornecer inovações para uma vida conectada. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para cativar e melhorar a qualidade de vida das pessoas através de soluções inovadoras e úteis. Desta forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e cerca de 450 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição da Bosch está presente em quase todos os países. A sua força inovadora é a base para a continuidade do crescimento da empresa. Em cerca de 120 localizações em todo o mundo, a Bosch empresa 59.000 colaboradores em investigação e desenvolvimento.

A empresa foi fundada em Estugarda no ano de 1886 por Robert Bosch (1861-1942) como uma “oficina de mecânica de precisão e eletricidade”. A estrutura acionista da Robert Bosch GmbH garante a autonomia empresarial do Grupo Bosch, tornando possível o planeamento a longo prazo e a realização de investimentos significativos para salvaguarda do seu futuro. 92 por cento das ações da Robert Bosch GmbH são detidas pela Fundação Robert Bosch, uma fundação beneficente. A maioria dos direitos de voto é detida pela Robert Bosch Industrieltreuhand KG, uma trust industrial a quem está cometida a gestão dos ativos empresariais. As restantes ações são detidas pela família Bosch e pela Robert Bosch GmbH.

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